|
|
| |
 |
| Química:
Quando uma folha de árvore é exposta à
luz do sol e é iniciado o processo da fotossíntese,
o que está ocorrendo é química. Quando
o nosso cérebro processa milhões de informações
para comandar nossos movimentos, nossas emoções
ou nossas ações, o que está ocorrendo
é química. |
A radioatividade ou radiatividade (em Portugal:
radioactividade) é um fenômeno natural ou artificial,
pelo qual algumas substâncias
ou elementos químicos, chamados radioativos, são
capazes de emitir radiações, as quais têm
a propriedade de impressionar placas fotográficas, ionizar
gases, produzir fluorescência, atravessar corpos opacos
à luz ordinária, etc. As radiações
emitidas pelas substâncias radioativas são principalmente
partículas alfa, partículas beta e raios gama. A
radioatividade é uma forma de energia nuclear, usada em
medicina (radioterapia), e consiste no facto de alguns átomos
como os do urânio, rádio e tório serem “instáveis”,
perdendo constantemente partículas alfa, beta e gama (raios-X).
O urânio, por exemplo, tem 92 prótons, porém
através dos séculos vai perdendo-os na forma de
radiações, até terminar em chumbo, com 82
prótons estáveis.
A radioatividade pode ser:
• Radioatividade natural: É a que se manifesta nos
elementos radioativos e nos isótopos que se encontram na
natureza e polui o meio ambiente.
• Radioatividade artificial ou induzida: É aquela
que é provocada por transformações nucleares
artificiais.
Radiação alfa
São fluxos de partículas carregadas positivamente,
compostas por 2 nêutrons e 2 prótons (núcleo
de hélio). São desviadas por campos elétricos
e magnéticos. São muito ionizantes porém
pouco penetrantes. Quando um radioisótopo (que possui núcleo
instável) emite uma partícula alfa, seu
número de massa (A) diminui 4 unidades e o seu nº
atômico diminui 2 unidades
Radioatividade artificial
Produz-se a radioatividade induzida quando se
bombardeiam certos núcleos com partículas apropriadas.
Se a energia destas partículas tem um valor adequado, elas
penetram no núcleo bombardeado formando um novo núcleo
que, no caso de ser instável, se desintegra posteriormente.
Foi descoberta pelo casal “Joliot-Curie” (Frédéric
Joliot e Irène Joliot-Curie), bombardeando núcleos
de boro e alumínio com partículas alfa. Observaram
que as substâncias bombardeadas emitiam radiações
após retirar o corpo radioativo emissor das partículas
alfa. O estudo da radioatividade permitiu um maior conhecimento
da estrutura dos núcleos atômicos e das partículas
subatômicas. Abriu-se a possibilidade da transmutação
dos elementos, ou seja, a transformação de elementos
em elementos diferentes. Inclusive o sonho dos alquimistas de
transformar outros elementos em ouro se tornou realidade, mesmo
que o processo economicamente não seja rentável.
Radiação alfa
São fluxos de partículas carregadas
positivamente, compostas por 2 nêutrons e 2 prótons
(núcleo de hélio). São desviadas por campos
elétricos e magnéticos. São muito ionizantes
porém pouco penetrantes. Quando um radioisótopo
(que possui núcleo instável) emite uma partícula
alfa, seu número de massa (A) diminui 4 unidades e o seu
nº atômico diminui 2 unidades
Radiação beta
São fluxos de partículas originárias
do núcleo, fato este que as distingue dos elétrons.
Estas partículas tem a mesma natureza
dos eletrons orbitais, e são resultantes da desintegração
de neutrons do núcleo (ver "Leis de Soddy e Fajans"
abaixo para uma melhor interpretação de "desintegração").
É desviada por campos elétricos e magnéticos.
É mais penetrante porém menos ionizante que a radiação
alfa.
Radiação gama
São ondas eletromagnéticas. É
o tipo mais penetrante de radiação. Não apresenta
carga elétrica e não é afetada pelos campos
elétricos e magnéticos. É uma radiação
muito perigosa aos organismos vivos. Com o recebimento da Radiação
Gama, pode-se alterar o material genético da pessoa, fazendo
com que seus filhos tenham alta possibilidade de nascerem cegos,
surdos, mudos ou com algum outro tipo de deficiência.
|
|