Em 479 a.C., com a vitória dos gregos
sobre os persas, consolida-se a democracia em Atenas. A idéia
de "homem" passa a ser identificada com a concepção
de "cidadãos da pólis". As preocupações
e especulações filosóficas concentram-se,
a partir desse momento, não mais na relação
do homem com a natureza, como ocorria
nos pré-socráticos. O que importa agora é
a relação entre seres humanos: a vida social.
Sócrates ( 469-399 a.C.) é
tradicionalmente considerado um marco divisório da
história da filosofia grega.
Por isso, os filósofos que o antecederam são
chamados pré-socráticos e os que o sucederam,
de pós-socráticos. Sua filosofia era desenvolvida
mediante diálogos críticos com seus interlocutores.
Esses diálogos podem ser divididos em dois momentos
básicos: a ironia ( interrogação) e a
maiêutica (concepção de idéias).
Os principais representantes do período pós-socrático:
Platão e Aristóteles.