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Biologia:
é o estudo dos processos vitais dos organismos |
Há algumas alternativas para contornar
ou amenizar o problema decorrente do risco da eritroblastose fetal.
Algumas delas encontram-se listadas a seguir:
a) O médico pode conhecer a gravidade
da situação antes que a criança nasça.
Os testes de amostra do líquido amniótico extraído
com agulhas pode indicar se o feto vai bem ou mal. Se o perigo
for grande recomenda-se a cesariana, aborto ou transfusão
de sangue logo após o parto. No último caso, a criança
deve receber sangue Rh-, que posteriormente seria substituído
pelo Rh+ original.
b) Utilizar anticorpos incompletos. Este tipo
de anticorpo não aglutina os glóbulos vermelhos
do sangue Rh+. Em vez disto, os anticorpos anexam-se aos antígenos
receptores, nas suas superfícies, e os revestem. Estes
anticorpos incompletos podem ser injetados numa mãe Rh-
imediatamente ao parto. Estes anticorpos incompletos são
destruídos dentro de poucos meses e não apresentam
qualquer perigo para a mãe ou suas gerações
posteriores.
c) O risco será menor se o homem apresentar
genótipo heterozigoto. No Brasil uma mulher Rh- corre muito
risco, pois a freqüência de indivíduos Rh+ é
de 87%.
d) Outro fator que diminui o risco do DHR é
o fato de que certas mulheres não produzem anticorpos,
mesmo sendo induzidas. Além disto, a penetração
do sangue através da placenta até a circulação
materna não ocorre com freqüência, sendo que
a indução, em geral, ocorre por acidentes.
e) Há de se considerar ainda o efeito
protetor do sistema ABO. A mãe Rh- do grupo O, tendo um
filho Rh+ do grupo A não será induzida a produzir
anti-Rh, pois seu anti-A destruirá as hemácias do
doador (feto) antes da indução. Nos casos em que
a mãe é do grupo Rh+ e o filho é Rh- não
há problemas para a mãe pois a produção
de anticorpos pela criança só se inicia cerca de
6 meses após seu nascimento.
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