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Todo dia é aquela mesma coisa: caspas insistem em
sujar a roupa e gritam diante de camisas mais escuras. A
saia justa diminui a auto-estima e traz dúvidas na
hora de decidir pelo melhor tratamento.
"Caspa, seborréia e oleosidade
são a mesma coisa. Há um aumento da produção
de óleo pela glândula sebácea e conseqüente
descamação do couro cabeludo, o que gera os
floquinhos caídos na roupa", diz o tricologista
e diretor médico do Instituto do Cabelo, Luciano
Barsanti.
O excesso de oleosidade causa, além
da descamação, o risco da proliferação
de fungos, que piora a caspa. "Os fungos são
um agravante e tornam a caspa um problema crônico.
Além deles, estresse, alimentação inadequada,
com a ingestão de muito açúcar e gordura
animal, e água quente durante o banho desencadeiam
o problema de quem já tem a genética favorável
ao couro cabeludo oleoso", diz o tricologista.
Não adianta correr para uma loja
de xampus e procurar versões especiais para combater
a caspa. "OS xampus disponíveis ressecam o couro
cabeludo e estimulam a produção de mais óleo.
Isso cria um círculo vicioso", alerta o médico.
A chave do sucesso no tratamento está
em conseguir uma sebo-regulagem, ou seja, controlar a produção
do óleo do couro cabeludo para acabar com a caspa
através da análise de um especialista, que
vai fazer exames para diagnosticar as causas e a possibilidade
da presença de fungos. |